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Pele de nossos mocinhos Entender é a melhor indicação

February 9, 2019

 

 

 

 

As dermatopatias em mocinhos e gatinhos representam grande parte do atendimento na clínica médica. Entre os alérgenos causadores dessas doenças, estão fungos, bactérias, parasitas, alergias, e até problemas hormonais. Abaixo, questões  de pele mais comuns que são causados por bacterias.

 

CANDIDÍASE

 

O que é?

 

A candidíase é uma doença causada por leveduras (fungo unicelular) do gênero Candida spp, que pode atingir diversos sistemas do animal, principalmente o tegumentar (pele). Os quadros infecciosos podem ser ocasionados por várias espécies, como: a C. albicans, a C. tropicalise a C. parapsilosis, sendo a primeira a principal delas.

 

Essas leveduras habitam a pele, a mucosa oral (boca), genital (pipi, anus e pipinha), respiratória (traqueia, laringe e narizinho) , o meato acústico externo (ouvidinho) e o sistema digestivo. A candidíase canina é causada por um fungo normalmente encontrado no corpo, mas que se transforma em um organismo invasivo e agressor de mucosas. Esta levedura (Candida) é controlada por bactérias "amigas" e por um sistema imunológico saudável e seu papel em condições normais é de reconhecer e matar as bactérias nocivas. Sem as bactérias "amigas", a levedura se transforma, de um organismo não-invasivo e fermentador de açúcar, em um organismo invasivo, começando assim uma infecção fúngica primária. Uma infecção secundária pode ocorrer quando o fungo entra pele que foi danificada devido a um ferimento ou machucado.

 

Patogenicidade

 

Como dissemos acima, a infecção começa a partir da imunossupressão (reações imunitárias do organismo, induzida por medicamentos (corticosteroides, ciclosporina A etc.), que favorece o crescimento desordenado das leveduras, tornando-as patogênicas. Nesse caso, a imunossupressão pode estar associada a diversos fatores, como: idade, estresse, presença de doenças imunomediadas, desordens neoplásicas e uso prolongado de corticosteroides, de antibióticos ou de citostáticos (fármacos que inibem a reprodução ou o crescimento de células indesejadas).

 

 

Sinais clínicos

 

A candidíase afeta as mucosas, as junções mucocutâneas e diferentes partes da pele, como a pele abdominal, a pele do saco escrotal, o períneo, as dobras ungueais (estrutura das unhas), narinas, orelhas, planos nasais e dobras cutâneas (espaços interdigitais). Em casos mais graves, as leveduras desse gênero podem atingir o trato urinário, o sistema gastrintestinal e o sistema reprodutor. No entanto, as infecções nesses sistemas são raras.

 

Dessa forma, os sinais dermatológicos mais frequentes são: erosões úmidas e eritematosas (vermelhas), com contorno irregular e levemente edemaciadas, vesículas, crostas, úlceras, pápulas, pústulas e lesões alopécicas (caracterizadas por possuir pouca ou nenhuma pelagem em determinada área).

 

Em casos de otite podemos observar a presença de inflamação, dor, descamação, coceira e edema.

 

 

Diagnóstico

 

O diagnóstico é feito por meio do exame físico (análise dos sinais clínicos) e de exames laboratoriais. Esfregaços direto das lesões são necessários para confecção de lâminas para análise microscópica. Para confirmação do agente etiológico é necessário o isolamento em cultura.

 

CRIPTOCOCOSE

 

O que é?

 

A Criptococose é uma enfermidade infecciosa sistêmica causada pelo fungo Cryptococcus neoformans, que está presente no solo e nos coco de passarinhos contaminados. Essa espécie de levedura é considerada oportunista por causar infecções apenas em seres que estão imunossuprimidos. Normalmente acomete mamíferos domésticos, como os mocinhos e gatinhos e é vista com maior frequência em regiões geográficas de clima quente e úmido. No caso dos gatos, que são os animais mais acometidos, devido "passearem" em locais mais propícios , a queda da imunidade está frequentemente relacionada ao uso exagerado de medicamentos (corticosteroides) e a doenças infecciosas, a exemplo da FeLV e do linfossarcoma.

 

Transmissão

 

A transmissão dessa levedura acontece por meio da inalação dos esporos presentes no ambiente. Quando inalados, causam a chamada infecção primária, que afeta as narinas e os pulmões. Em seguida, ocorre a disseminação sistêmica por via hematógena ou linfática, chegando em outros sistemas do organismo, como o tegumentar e o nervoso.

 

 

 

 

 

 

Os sinais clínicos

mais comuns são: presença de pápulas, pústulas, vesículas, úlceras e nódulos. Na maioria dos casos, as lesões estão localizadas na cabeça (narina, lábios, língua, palato, gengiva) e nas regiões próximas ao pescoço.

 

 

 

 

 

 

 

 

Diagnóstico

 

A Criptococose é uma das micoses mais fáceis de ser diagnosticada pelo fato de possuir muitos elementos fúngicos nas lesões. O diagnóstico consiste no exame físico e na identificação das leveduras por meio do esfregaço e da análise em microscópio com auxílio da tinta nanquim. Posteriormente os microrganismos também podem ser cultivados em ágar de Sabouraud a 25°C – 35°C para a confirmação da doença.

 

DERMATOFITOSE

 

 O que é?

 

A Dermatofitose é uma das enfermidades cutâneas mais importantes na clínica veterinária de pequenos animais por ser muito contagiosa e

 

 

Por ser considerada uma zoonose (transmitida do animal para o homem e do homem para o animal) de difícil tratamento. A doença é causada por um grupo de fungos queratinofílicos (que se nutrem através da ingestão de queratina) denominados de dermatófito. Esses tornam-se potencialmente patogênicos apenas em circunstâncias de imunodepressão.

 

Transmissão

 

A transmissão acontece através do contato direto com os esporos dos fungos. Estes microrganismos podem estar presentes nos animais (pelos), no ambiente e em fômites, como em escovas, pentes ou camas. É importante destacar que os dermatófitos são bastante resistentes ao ambiente e que alguns animais assintomáticos também poder ser uma fonte de infecção.

 

 

 

 

Sinais clínicos

 

Os sinais clínicos da Dermatofitose variam de acordo com cada animal, mas na maioria dos casos o prurido (coceira) é moderado ou ausente. Na pele é possível notar a presença de crostas, escamas e alopecia circular (queda de pelo em regiões focais) expansiva e descamativa, unhas fragmentadas e pelos partidos. As lesões normalmente estão localizadas nas extremidades e na região da cabeça. Ocasionalmente os gatos apresentam uma dermatite com numerosas crostas de pequenas dimensões e otite ceruminosa.

 

 

 

 

 

Diagnóstico

 

Um dos possíveis métodos de diagnóstico é o exame microscópico das estruturas queratinizadas, que mostram as hifas dos fungos. Para tal finalidade, pelos partidos, escamas de lesões ativas e fragmentos de unhas devem ser examinados em óleo mineral. Se for preciso confirmar o diagnóstico, é indicado fazer uma cultura fúngica através do Meio de Teste de Dermatófitos (DTM).

 

MALASSEZIOSE (FUNGO)

 

O que é?

 

A Malassezia spp. é um fungo que habita na  superficie da pele de mocinhos e gatinhos . Quando se proliferam em excesso no sistema tegumentar ou no canal externo do ouvido, podem agir como patógenos, causando inflamação dos tecidos. Existem diversas espécies desse gênero, e a M. Pachydermatis é encontrada com grande frequência nos exames clínicos.

 

Patogenia

 

A malasseziose é o termo utilizado para caracterizar as dermatites causadas pelo aumento populacional da Malassezia spp. Esse aumento populacional normalmente está relacionado com algumas doenças primárias, como as endócrinas, imunológicas ou parasitárias, que afetam o sistema imune do animal e a pele do animal, ou seja, ela  vai ser presente após o organismo estar com baixa imunidade e exposto à outras bactérias.

Dessa forma, podemos classificar a malasseziose como primária ou secundária. A malasseziose primária, menos frequente, acontece quando o animal não possui nenhuma alteração dermatológica, e após a proliferação do agente começa apresentar sintomas característicos da doença. Embora essas leveduras sejam consideradas oportunistas, elas também possuem capacidade de causar inflamações e reações de hipersensibilidade devido ao fato de produzir metabólitos nocivos e enzimas como as fosfolipases e proteinases.

Já a malasseziose secundária, mais frequente, ocorre quando o animal possui alguma enfermidade na pele, que predispõe a proliferação da Malassezia spp com maior facilidade. Nesse caso, a dermatite é agravada por consequência da multiplicação exacerbada desses patógenos que alteram ainda mais as funções de proteção da barreira cutânea, causando o aumento das lesões já existentes.

 

 

Sinais Clínicos

 

As lesões primárias de dermatite por Malassezia spp. são caracterizadas pela presença de prurido. Já as lesões secundárias apresentam eritema (vermelhidão da pele), alopecia (queda de pelos), escoriações, liqueinificação (alteração da espessura da pele, que fica mais espessa e rígida) e hiperpigmentação.  Na maioria dos casos, as regiões mais acometidas são: ouvido, pescoço, axilar, intertriginosa (dobras) e espaços interdigitais.

 

Quando esses microrganismos atingem a região do canal externo do ouvido podem causar a otite. Os sinais mais comuns são dor, produção excessiva de cerúmen e o ato de balançar a cabeça repetidamente.

 

 

 

 

Diagnóstico

 

A maior dificuldade no diagnóstico dessa enfermidade é a quantificação, uma vez que a presença desse fungo na pele é comum quando não há excesso. Entretanto, técnicas como citologia (por meio de raspado cutâneo, suaves de algodão ou fita adesiva transparente), histologia e cultivo são as mais indicadas.

 

SARNA

 

Geralmente, quando o mocinho começa a se coçar e a perder pelos, o dono já conclui que ele está com sarna e, ao invés de procurar um veterinário, vai direto à uma casa agropecuária para comprar um remédio ou pede indicação a um amigo ou vizinho. Isso deve ser evitado.

Veremos, que  existe mais de um tipo de sarna, e para cada um, existe um tratamento mais recomendado. É importante que o mocinho  com sarna passe pela avaliação de um veterinário, para que este sugira a melhor alternativa de tratamento.

 

 

 

Conheça mais cada tipo de sarna e seus tratamentos:

 

  • Sarna Sarcóptica (para mocinhos)

  • Sarna Notoédrica (para gatinhos)

  • Sarna vermelha 

Essa sarna em mocinhos  é também conhecida como Sarna Notoédrica quando atinge gatinhos, os ácaros que a causam procuram as camadas mais profundas da pele para se reproduzirem de forma rápida e bem sucedida,A escabiose ou acaríase sarcóptica também conhecida como sarna vermelha, é uma dermatopatia de etiologia parasitária de extrema importância tanto pela sua grande ocorrência quanto pelo fato de se constituir em ergodermatose zoonótica.(contamina humanos) O agente causal é o ácaro Sarcoptes scabiei var. canis pertencente a família Sarcoptidae. Estes são ácaros que se alojam na epiderme, aonde permanecem em movimentação constante escavando túneis

 

 

Sinais Clínicos

Coceira tão intensa (prurido) que o cão não consegue parar de se coçar e morder as zonas afetadas. ...

Pele irritada e/ou com feridas e crostas.

Alopecia (perda de pelo) localizada.

Pele escurecida (hiperpigmentação) e engrossamento da pele (hiperqueratose). Além de tudo, o animal se torna estressado, muitas vezes parando de se alimentar, e pode adquirir outras doenças através de bactérias e protozoários.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DIAGNOSTICO 

É realizado por um veterinário que recolhe uma amostra da ferida e da pele do animal, que passa por uma analise laboratorial. O tratamento indicado pelo veterinário geralmente é feito com medicamento tópico e banhos especiais, apenas o casos mais graves envolvem medicamento injetável ou via oral.

Cuidados com a caminha e pertences do animal é essencial, pois eles podem causar a transmissão do ácaro. Mantenha o cão com sarna separado de outros animais até a completa

 

   Sarna Otodécica

Esse tipo de sarna corre o risco de ser confundida com uma otite e não ser tratada de maneira adequada. Sarna Otodécica, é uma moléstia é causada por um ácaro chamado Otodectes cynoti que parasita cães, independentemente de sexo, raça, porte ou idade. Ao contrário de outros tipos de sarnas, a sarna otodéctica não é uma zoonose, isto é, não é transmitida do mocinho ou gatinho  para o ser humano.

 

 Transmissão 

A transmissão desse parasita ocorre principalmente por contato direto do mocinho infectado com o mocinho sadio. Além de ser considerada uma enfermidade altamente contagiosa, o ácaro que dissemina a doença, tem um ciclo de vida bastante rápido. Para se ter uma idéia, apenas quatro horas em média depois que os ovos foram postos no ouvido dos cães, eles eclodem. É muito importante que se tome bastante cuidado com nossos mocinhos  sadios que convivem com o animal infectado, principalmente mocinhos e gatinhos, pois eles podem ser rapidamente parasitados

 

 

 

 

 

Sinais Clincos

Mocinho  parasitado com o ácaro Otodectes cynoti é a coceira excessiva. Isso é encontrado basicamente em toda sarna, no entanto, nesse caso, se localiza unicamente na região da orelha. Animais que possuem orelhas pendulares (orelhas caídas) tendem a sofrer mais com essa condição, pois acabam traumatizando a orelha, acarretando assim um Otohematoma.

 

 

Juntamente com a coceira, normalmente o pet apresenta o sintoma de balançar a cabeça de um lado para o outro. É nesse sintoma que muitas pessoas confundem com a otite.Além da coceira e do balançar de cabeça, os cães podem apresentar um sinal clínico bem característico que é a alta concentração de cera no ouvido de coloração marrom escura.

 

 

 

 

 

 

 

  • Sarna demodecica

  • Sarna negra

Amplamente conhecida como sarna negra, ela é causado por um ácaro presente em todos os cães, mas que acomete apenas aqueles com uma falha imunológica. Nesses casos, o ácaro vive nas glândulas sebáceas e se reproduz rapidamente. Ocorre o aparecimento de lesões em algumas partes do corpo, que podem com o tempo se alastrar pelo corpo inteiro do cachorro.

O diagnostico é realizado por um veterinário que recolhe amostras como no caso da escabiose. O tratamento é longo e promove o controle da sarna negra no cachorro, quando diagnosticada cedo o controle é por medicamentos tópicos e banhos. Em alguns casos há necessidade de injeções antiácaros. Em fases agudas o tratamento deve visar também possíveis danos aos órgãos internos do cachorro.

Esse tipo de sarna costuma acometer cães com menos de 6 meses de idade ou cães que passaram dos cinco anos. Apesar de ser uma doença de origem genética uma forma de tentar evita-la é cuidar da alimentação e saúde do seu cão para manter a imunidade dele sempre boa.

 

 

 

Sinais Clinicos

Mocinhos com a doença generalizada desenvolvem áreas de perda de pêlos na cabeça, pernas e tronco. Essas manchas se encontram formando grandes áreas de perda de pêlos. Os folículos pilosos se ligam aos ácaros e as escamas da pele. A pele se rompe formando feridas, crostas, apresentando uma doença mais incapacitante. Aguns casos são uma continuação da sarna localizada; outros se desenvolvem espontaneamente em cães mais velhos. A coceira é intensa, promovendo sangramento ao contato c unhas e maior exposição à contaminações secundarias elevando o grau de agravancia da doença.
 

 

 

NUNCA INDIQUE MEDICAMENTO!

 Veja quantas doenças que se envolve o órgão epidérmico! Perceba  que a grande maioria de administrações de medicamentos, oferecem a baixa imunidade ou ação imunossupressão  (o ato de reduzir a atividade ou eficiência do sistema imunológico). Por isso  nunca medique seu mocinho ou gatinho. É  de suma importância que o diagnostico seja feito por um profissional especializado posteriormente à um exame laboratorial, uma vez que percebemos em imagens a semelhança de uma pele contaminada com outros tipos de doença. Isso dificulta para o profissional detectar a doença em si , se não houver um exame laboratorial.

 

  Da mesma forma que uma imagem de um mocinho contaminado com uma doença possa ser semelhante à outra imagem de outro mocinho com outra doença. Medicar por indicação de outra experiencia pode não apenas camuflar a doença em si, mas também agrava-la,. Lembrando que se medicamentos podem  diminuir a imunidade de nossos mocinhos e se esse mesmo mocinho estiver usando um medicamento inapropriado para à doença existente. Sua imunidade irá baixa promovendo o aumento de proliferação bacteriana, aumentando a tendencia de doenças secundarias e agravando ainda a doença primaria. 

Medicamentos administrados de forma correta, com certeza terá exito, pelo contrario, muitas vezes teremos resultados irreversíveis  POR ISSO, NUNCA INDIQUE OU ACEITE INDICAÇÃO DE MEDICAMENTOS! ( Além de constar no codigo penal como crime a indicação de medicamentos denotado como exercer a profissão ilegalmente, já q os únicos q podem indicar, receitar medicamentos são profissionais competentes p isso)

   

NATUREZA TÃO SIMPLES E TÃO PODEROSA 

   Muitas vezes não nos atentamos que nosso organismo, assim como de nossos mocinhos e gatinhos já foi formado totalmente equilibrado, cada um com sua anatomia auto-imune de acordo com sua sobrevivência e habitat (cada especie tem sua forma de resistência). Não é e nunca foi necessário nenhuma melhoria na natureza, ela já se fez perfeita. Inclusive a ciência se denota a arte de entender a natureza. e assim melhorizar a humanidade, a maior confirmação dessa afirmação se dá de 99% de medicamentos vem de ação de plantas e agentes naturais como componente ativo. Antes mesmo de haver industrias farmacêuticas, já havia a ação positiva de plantas e agentes naturais em prol dos benefícios e até mesmo cura para nosso organismo.

 

    Por isso conseguimos perceber muitos relatos de que questões naturais se deu melhor resultado em varios ambitos de tratamentos, Essa consciência passou a ser mais nítida quando percebemos a predileção por alimentos naturais (AN) , produtos com menos agravantes químicos (POOL) ou até mesmo produtos sem nenhuma adição química ( PN).  

   Percebemos que um organismo com imunidade elevada é um organismo equilibrado. Apos ler todas as informações percebemos que químicas desnecessárias só agridem o organismo promovendo uma baixa imunidade, contrario da grande maioria de  elementos naturais, tem sua ação ativa totalmente isenta de reações 

 

   Oferecer produtos naturais, sem química, alimentos não sintetizados ou sem conservantes, transgênicos, aromatizantes, corantes e afins , promoverá uma melhor qualidade de vida e bom funcionamento de nossos mocinhos, assim não só evitando, mas também oferecendo maior resistência para cura de doenças.

 

 

 

       PREVENÇÃO

 

A prevenção é fundamental para evitar o aparecimento dessas enfermidades. Como vimos acima, a principal causa das doenças citadas é a imunossupressão. Portanto, é recomendado uma série de medidas para manter o estado imunológico do pet em boas condições. Dentre todas as medidas, podemos destacar o fornecimento de uma nutrição de qualidade, complementos alimentares com menor agravante químico possível , uma vez que quimicas agridem diretamente o figado e assim o permite menor reagente de purificação dessas químicas, visitas periódicas ao médico veterinário e a redução do estresse através da prática de exercícios físicos regularmente, medidas de bem-estar no ambiente que o animal vive, além de não gerar situações que causem medo ou ansiedade. Doenças de base podem causar queda da eficiência do sistema imunológico, por isso é fundamental tratar adequadamente qualquer problema de saúde que o animal apresente.

 Higienização com produtos à base de quaternário de amônia para eliminação de indícios de proliferação bacteriana de tais agentes.principalmente em casos específicos como da Criptococose, é indicado fazer a higienização dos locais em que o animal passa o dia e evitar o possível contato com aves.

Dessa forma, a prevenção possui grande importância no combate a essas doenças. Além de evitar prejuízos financeiros aos tutores com o tratamento, garante uma boa qualidade de vida aos pets.

 

               

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Bibliografia

 

LINZMEIER, G. L.; ENDO, R. M.; LOT, R. F. E. Otite Externa. Revista Científica Eletrônica de Medicina Veterinária. Periódicos Semestral. N.12, Ano VII. Janeiro de 2009.

 

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    Pinho, Sheila Zambello de ; Oliveira, José Brás Barreto de ; Pontes, Sueli Rodrigues ; Almeida, Djanira Soares de Oliveira e ;Godoy, Kathya Maria Ayres de ; Rosa, Claudia de Souza ; Nunes, Julianus Araújo ; Salvador, Sérgio Azevedo ; David, Célia Maria; Vilche Peña, Angel Fidel  et al. (Coleção PROGRAD (UNESP), 2011) [Livro]

  • Ser e tornar-se professor: práticas educativas no contexto escolar 

    Pinho, Sheila Zambello de ; Spazziani, Maria de Lourdes ; Mendonça, Sueli Guadelupe de Lima ; Rubo, Elisabete Aparecida Andrello ; Villarreal, Dalva Maria de Oliveira ; Duarte, Camila ; Okamoto, Mary Yoko ; Souza, Thais R. ; Garms, Gilza Maria Zauhy ; Marin, Fátima Aparecida Dias Gomes  et al. (Coleção PROGRAD (UNESP), 2012) [Livro]

 

 

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